Let me go, my dear.
Eu não quero mais esse gosto ruim da indiferença, da falta de respeito que me dá, da pouca fala, do pouco amor, das poucas coisas tão poucas e tão finitas.
Me deixa ir embora?
Eu preciso de um olhar meigo. Eu não posso mais ficar com esse olhar cínico que tantas vezes encara para conquistar novas coisas. Logo você, que sei ser tão doce por dentro.
Vamos a lugares diferentes?
Quero embrulhar todo esse enjoo. Tudo bem? O que eu posso fazer se você não me vê? O que eu posso fazer além de ser sincera? O que eu posso fazer além de esperar, de apenas esperar, de você, um garoto maior, mais cuidadoso, menos brincalhão. Eu sei, os sentimentos ainda parecem os caminhõezinhos. Tudo bem.
Me deixa livre disso?
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
O medo suspira assim, em cada rosto imaginado. Fico contente ao ler letreiros belos, mas os errados me familiarizam. Tudo unilateral é fascista - também - e é isso que está me puxando. A gente ainda tem tanto que aprender, tanto.
Quem me fere mais me ensina, e a cada momento, mais amo. Porque sei que é na dor que a gente descobre verdade, quem sabe amor.
Há tempos sabíamos dos bons valores, Jesus e todos os santos nos disseram e recomendaram. Pra todo caso, sempre houve a fogueira para atear as bruxas. Não tenho nada pra dar a você. Nem meu amor, nem minha cura, nem muito menos as minhas palavras. Tudo soa horrível agora. Tudo que leio, em cada parte, há opiniões corretas a respeito de tudo. Eu não sou nada. Eu não consigo cultivar essa amplitude. Preciso ficar sozinha, e você me fez entender a harmonia das coisas. Não sou total, não sou precisa, não sou coerente. Cada coisa dita entrou pelos seus poros e ficou grave em você, e nesse momento deve estar me despedaçando em seu coração - e eu entendo. Desde muito tempo não estou inteira, mas tentei de longe reparar o mal feito de algum jeito banal. Desculpe por tudo. Não espero que considere nada. As coisas se foram, e desse jeito voltam ou não. Respeito, agradeço, e peço perdão, peço ajuda.
Tire de mim tudo pré-feito. Deixe aparecer verdades. Tire de mim as regras. Deixe sentimento genuíno. É isso que busco. Obrigada.
Quem me fere mais me ensina, e a cada momento, mais amo. Porque sei que é na dor que a gente descobre verdade, quem sabe amor.
Há tempos sabíamos dos bons valores, Jesus e todos os santos nos disseram e recomendaram. Pra todo caso, sempre houve a fogueira para atear as bruxas. Não tenho nada pra dar a você. Nem meu amor, nem minha cura, nem muito menos as minhas palavras. Tudo soa horrível agora. Tudo que leio, em cada parte, há opiniões corretas a respeito de tudo. Eu não sou nada. Eu não consigo cultivar essa amplitude. Preciso ficar sozinha, e você me fez entender a harmonia das coisas. Não sou total, não sou precisa, não sou coerente. Cada coisa dita entrou pelos seus poros e ficou grave em você, e nesse momento deve estar me despedaçando em seu coração - e eu entendo. Desde muito tempo não estou inteira, mas tentei de longe reparar o mal feito de algum jeito banal. Desculpe por tudo. Não espero que considere nada. As coisas se foram, e desse jeito voltam ou não. Respeito, agradeço, e peço perdão, peço ajuda.
Tire de mim tudo pré-feito. Deixe aparecer verdades. Tire de mim as regras. Deixe sentimento genuíno. É isso que busco. Obrigada.
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